O guia do consumidor de livros

“Vocês que me perdoem, mas preço de livro não é mais desculpa para quem gosta de ler. Quem reclama, penso eu, é porque não faz pesquisa de preços ou não conhece outras saídas a não ser a boa e velha livraria (física) de sempre. Nada contra elas, muito pelo contrário. É sempre bom freqüentar livrarias físicas. Muitas vezes só conhecemos determinados livros assim. Isso aconteceu comigo há alguns meses, quando fomos, minha noiva e eu, a Salvador conhecer a Livraria Saraiva de lá e encontrar um casal de amigos.

Andando entre as prateleiras, Cássia viu algum livro que quis me mostrar. Quando olhei, bati os olhos em um outro livro, chamado Os magros. Nem acreditei quando vi. Os magros, romance do escritor baiano Euclides Neto, foi um dos primeiros livros que li por conta própria na faculdade, e um dos que mais me marcaram. Muito comparado a Vidas secas, de Graciliano Ramos (que, aliás, está completando 70 anos "de vida" este ano), Os magros é um romance que tem luz própria, apesar de ser notável a influência do autor alagoano.

Da Saraiva, fomos para a Siciliano. Lá encontrei o livro A corrosão do caráter, do sociólogo americano Richard Sennett, que trata das interferências do trabalho na formação do caráter do ser humano (e de como tais interferências são/podem ser maléficas).”
Rafael Rodrigues, Digestivo Cultural
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