O Papa e o diabo no Recife

“O Papa visitou o Recife em uma segunda-feira. Rezou uma santa missa à tarde, às 17 horas e 10 minutos, a serem verdadeiras as informações do arquivo do Jornal do Commercio:

Uma grande manifestação de fé mobilizou a cidade na passagem do papa João Paulo II pelo Recife, nos dias 7 e 8 de julho de 1980. Já na Base Aérea, a recepção calorosa do então arcebispo de Olinda e Recife, dom Hélder Câmara, plenamente correspondida por Sua Santidade no abraço espontâneo ao arcebispo, deu o tom da visita papal, que durou menos de 24 horas. Da chegada ao aeroporto no Ibura, às 15h30 - onde foi recebido pelo governador Marco Maciel, pelo prefeito Gustavo Krause e por dom Hélder Câmara - até o embarque na manhã do dia seguinte rumo a Salvador, milhares de pessoas, entre elas centenas vindas de todo o Nordeste, saudaram João Paulo ao longo de todo o trajeto, que incluiu as avenidas Mascarenhas de Moraes, Boa Viagem e Antônio de Góis, até o altar erguido sobre o Viaduto Joana Bezerra, onde o Santo Padre celebrou, às 17h10, uma missa campal acompanhada por aproximadamente 300 mil pessoas, que se acotovelavam no local desde o início da tarde.....

Lembro que estávamos na casa do Gordo, nesse dia. Na sala estávamos eu, o Gordo, Marcão, Tarcizo Galego, Zé Correia, Semadá, Marcelino e Givaldo. Em uma palavra, uma gangue. E, claro, a mãe do Gordo, dona Dagmar, e a irmã do Gordo, irmãos, e sobrinhos, tudo isto de mistura a nós. Estávamos todos bebendo. Bebíamos, com paciência e método, porque o melhor estava por vir. O Papa !”
Urariano Mota, Direto da Redação
Artigo Completo, ::Aqui::

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