Obama para o socorro

John Hemingway, Direto da Redação

“Difícil acreditar que há pouco mais de uma semana uma pesquisa nacional nacional do Washington Post e da Rede ABC mostrou que 68% por cento da população americana ainda aprova o desempenho de Obama na Casa Branca. Mesmo antes de ser eleito presidente, Obama já estava cuidando dos interesses de Wall Street ao apoiar o pedido de socorro original aos Banksters feito pela administração Bush em outubro. Como alguém pode esquecer como Obama (que como Bush achou que era de vital importância manter os Banksters em suas coberturas e jatinhos privados) correu a Washington para votar o projeto de Henry Paulson e convencer seus colegas do Senado a fazerem o mesmo. Evidentemente, no fim foram as empresas de Wall Street que receberam os muitos bilhões de dólares federais e guardaram o dinheiro para si. Nenhuma delas tinha a menor intenção de emprestar, o que essencialmente é o dinheiro público de volta ao contribuinte. Seria todo ele usado para cobrir suas dívidas de jogo. Os trilhões em ativos tóxicos ainda estão escondidos em seus cofres.

Nada mudou desde então e, enquanto Obama pode, de tempos em tempos, tenta convencer o público americano, como fez durante em seu discurso aos deputados e senadores, que seu amor pela elite financeira do país "não é ajudar os bancos - é o de ajudar as pessoas ". Ele está mentindo e sabe disso.

Barack Obama foi escolhido pelos verdadeiros donos dos EUA (o 1% que possui mais de 30% do total das riquezas do país) para agir como seu homem chave no atual colapso financeiro. Sua campanha eleitoral, e mesmo depois da posse, foi maçicamente financiada pelas companhias de investimento e bancos, que estão agora se alimentando alegremente da ração do governo. Isto é, se você esquecer toda retórica de Obama sobre "mudança" e "esperança", algo essencialmente americano. Na América, políticos têm sempre alguma coisa para vender pela melhor oferta. O senador John McCain, é verdade, também foi financiado por Wall Street durante a campanha, mas ele não chegou nem perto do que Obama conseguiu. Os poderosos sentiram, sem dúvida, e com razão, que Obama seria uma figura muito mais convincente do que o canceroso e ranzinza McCain.”
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