Laerte Braga: "Lula é o cara!" - Ele acreditou

“Os senadores Álvaro Dias e Sérgio Guerra estão em negociações com uma empresa de consultoria em Houston, Texas, para assessorar o PSDB na CPI da PETROBRAS. Tucanos e DEMocratas trabalham com o objetivo de encurralar o governo Lula e assegurar que, eleito José Serra, a empresa estatal de petróleo, logo o petróleo brasileiro, seja entregue a grupos econômicos norte-americanos.

A descoberta de reservas de petróleo na região chamada Pré-sal e a transformação do Brasil num dos grandes potentados no setor, aumentou a cobiça das grandes empresas estrangeiras sobre o “negócio”. E o “negócio” passa por desmoralizar a PETROBRAS e, em seguida, privatizá-la. Foi assim que fizeram com a VALE DO RIO DOCE, hoje só VALE.

O jurista Dalmo de Abreu Dallari, falando sobre cidadania e municípios, num seminário realizado na cidade mineira de Juiz de Fora, explicou seu ponto de vista sobre a desnecessidade de um Senado num país como o nosso.

É simples entender. Dallari explicou que nos Estados Unidos logo após a guerra da independência travada contra a Inglaterra, vários eram os estados, todos independentes, autônomos e que resolveram constituir uma poder central, a União, preservando as características básicas de suas respectivas independência, de sua autonomia. O Senado é a representação dos estados e o caráter federativo da União se mantém até hoje, mesmo que diminuído em relação àquela época.

No Brasil, ao contrário, sempre tivemos um poder central acima do poder das províncias, nome dado aos estados antes da proclamação da república. Foi a constituição de 1891 que mudou a terminologia. Passaram de províncias a estados, sem nenhuma mudança significativa na estrutura de poder. O Senado como representação dos estados, no Brasil, é ficção. Não há o que representar. Somos uma república federativa de fancaria. Na prática todo o poder emana de Brasília.

Muhamad Ali e Lenox Lewis foram os dois maiores campeões mundiais dos pesos pesados nos últimos anos, nas últimas décadas. Ali é inclusive o maior lutador de boxe de todos os tempos. Os dois costumavam dizer que contra adversários mais fortes, perigosos, ágeis, era necessário lutar por fora. Não permitir a luta corpo a corpo, não permitir a maior aproximação desses adversários e buscar golpeá-los em rápidos movimentos dentro do ringue, sempre à distância.”
Artigo Completo, ::Aqui::
Enviar Google Plus

About Antonio Ferreira Nogueira Jr.

Contato- nogueirajr@folha.com.br
Revista- WMB

    Blogger Comment
    Facebook Comment

0 comentários: