
"Se você somar todos os fatores, provavelmente terá um indicador muito mais poderoso sobre quem faz sexo e quem não faz", disse Janet Hyde, da Universidade de Wisconsin, coordenadora do estudo.
"Uma coisa por si só provavelmente não provoca isso, mas quando há dois ou três fatores de risco, as coisas começam a ir ladeira abaixo", disse ela.
Hyde e seu grupo estudaram 273 adolescentes de
Quanto à TV, os pesquisadores disseram que sua programação retrata adolescentes e adultos muito mais sexualizados do que na realidade, e raramente retrata as consequências negativas do sexo. "Os teóricos da comunicação dizem que, quando assistimos muito material assim, passamos a acreditar que essa é a realidade. Nesse caso, a garotada que assiste muita TV acredita que todos os garotos e garotas estão fazendo sexo, então tem de fazer isso também, ou serão os esquisitos", afirmou Hyde.”
Reuters
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