Lábios do tamanho de um Oscar

Alexandre Xavier, Terra Magazine

O ano começou com um monte de filme bom pra ver no cinema (e, pra variar, um monte de perda-de-tempo também). Um longa que vale a pena ver essa semana é "A Troca", do Clint Eastwood.

Por quê?

A história é real, comovente e impressionante. Angelina Jolie faz o papel de uma mãe cujo filho desaparece na Los Angeles de 1928, cidade que sofria com uma polícia corrupta. Para não entregar mais nada sobre o filme, apenas saiba que seu nome original ("Changeling") resume a sinopse. O termo não tem paralelo em português, mas quer dizer algo como "criança substituída por outra logo ao nascer".

Angelina acaba de ser indicada ao Oscar de "melhor atriz" por essa performance. Ela retrata com precisão assustadora todas as emoções pelas quais a mãe atravessa durante a história. Trata-se de mais uma obra do septuagenário Clint Eastwood que te busca as lágrimas lá do fundo do peito.

Desde Sobre Meninos e Lobos (2003), Clint Eastwood só dirigiu longas memoráveis: Cartas de Iwo Jima (2006), A Conquista da Honra (2006) e Menina de Ouro (2004). Tem também Gran Torino, sucesso de público e crítica, mas que não estreou ainda no Brasil. Clint Eastwood hoje dirige atores como ninguém.”

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