
O serviço oferece apoio jurídico e social. Além disso, presta informações sobre como notificar a violência, orientando as vítimas a registrarem ocorrência em uma delegacia de polícia. Advogados também acompanham o envio dos inquéritos ao Ministério Público. Até o fim de fevereiro, 31 denúncias se tornaram processos, que devem ser analisados pela Justiça.
De acordo com a presidente da comissão, a deputada estadual Beatriz Santos, a maior parte dos casos era de injúria. "Coisas como macaco e crioulo fedido", informou durante audiência pública. Segundo a deputada, a maior parte das vítimas era de mulheres negras, mas também há registro de pessoas com deficiência, na capital e no interior.”
Tribuna da Imprensa
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