
À Folha Online, o âncora do "CQC" confirmou o contrato firmado com a companhia. Segundo ele, embora o título da reportagem ("No Brasil, Telefônica aposta em 'twittadas' de celebridades", em tradução) sugira que ele irá fazer "lobby" da empresa, o conteúdo apresentado está correto.
"Há um contrato para divulgação do Xtreme, serviço de banda larga que acho ótimo. Inicialmente, fiz comerciais de vídeo que circularão apenas na internet. O Twitter será usado para indicação de filmes, palestras, com a 'tag' [palavra-chave] identificadora do serviço. Não haverá elogios à Telefônica, serão postagens de minha autoria, sem qualquer ingerência da empresa sobre o que eu escrever, com total transparência", afirmou Tas, cuja página do Twitter é acompanhada por mais de 18 mil internautas.
A reportagem do "The Wall Street Journal" teve grande repercussão no universo do microblog. Algumas pessoas que leem o que escreve Tas (os chamados "seguidores") chegaram a ameaçar deixar de acompanhar sua página.”
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