
“Dia desses, em uma festa de aniversário de criança, fui apresentado ao diretor de um grande jornal.
Como depois de três ou quatro indiretas ele se fez de desentendido e não me convidou para publicar minhas mal traçadas crônicas em seu diário, resolvi abordar um tema de interesse comum: o futuro dos jornais.
Na sua (lá dele) opinião, é bem provável que daqui a alguns anos a mídia eletrônica acabe com a mídia impressa; mas não com o jornalismo nem com a empresa de comunicação.
Ainda que o leitor tenha acesso às notícias pela Internet, será sempre necessário o profissional que colha, apure, organize, faça uma triagem e edite as informações para ele.
Mais do que isso: o noticiário digital precisará ter não somente uma redação organizada em sua retaguarda, como também credibilidade.
Concordei. Mesmo porque nunca é bom discordar de um diretor de jornal. Nunca se sabe como será o dia de amanhã.
Creio que as revistas desaparecerão depois que os jornais. Na minha sempre (i)modesta opinião, no futuro, no que diz respeito à palavra impressa, só restarão os livros.”
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