Ministério da vida e da morte

Leila Cordeiro, Direto da Redação

“O menino holandês que sobreviveu à queda do Airbus A330 da Afriqiyah Airways, em Trípoli, na Líbia, é mais um que entra para a lista de sobreviventes de acidentes aéreos sem uma explicação lógica.

Os técnicos que estão examinando os destroços do avião dizem que é inacreditável que alguém tenha saído com vida do acidente que deixou a aeronave completamente destruída. O menino, de oito anos de idade, teve fraturas pelo corpo, já foi operado e passa bem. Agora, os investigadores estão esperando que ele tenha condições de falar e de se lembrar como conseguiu sair dessa armadilha da morte.

Evidentemente que quando acontece algo assim a tendência é que surjam os achismos de sempre, as especulações, as tentativas de explicar o inexplicável, como, por exemplo, declarações de especialistas em aviação que acreditam que a tenologia cada vez mais avançada dos aviões está permitindo que haja mais sobreviventes a cada acidente aéreo. Não era melhor que essa tecnologia fosse usada para evitar acidentes?

Os mais céticos, mesmo não acreditando em destino, como não encontram resposta melhor, acabam atribuindo a sobrevivência de passageiros em acidentes aéreos à sorte e procuram não se aprofundar no assunto para não se perderem naquilo que não conseguem entender.

Os que seguem a doutrina de que "nada na vida é por acaso" acreditam mesmo que "estava escrito", ou seja, aqueles que sobrevivem a tragédias que envolvem a morte de centenas de pessoas e continuam vivos é porque ainda não era ainda a hora deles partirem dessa para uma outra vida.”
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