Antes que o diabo saiba que você está morto


Eberth Vêncio, Revista Bula

“Hoje não faço bem ideia de como desenvolver esta crônica. Confesso que a criatividade escasseou, abandonou-me nos últimos dias. Então, lá vai um pouco mais do mesmo assunto. Esgotemos o tema ou a sua paciência.

Vou escrever novamente a respeito da ruína de Obama Bin Laden. Calma lá, leitor afoito! Não confundi as bolas, não. Não troquei o nome do morto. Obama, Osama... É tudo meio parecido, até os nomes próprios. Eu estava apenas testando a sua atenção.

Obama matou Osama, que matou um monte de gente nas Torres Gêmeas, que não tinham matado ninguém (alguns executivos mataram serviço naquele dia e escapuliram da morte). Lembraram-se do poema “Quadrilha” de Carlos Drummond? Inteligente, não? Não. Concordo.

Pegaram Bin Laden. Daí, então, o mundo ficou muito mais seguro. Ao menos para o durão Obama e sua família, que tiveram a segurança reforçada, não apenas para esta legislatura e para a próxima (especialistas em politicagem garantem que a morte do terrorista foi um golpe de mestre do Presidente), mas, enquanto eles caminharem sobre a face da Terra (o governo ianque gasta uma fortuna em dólares para proteger seus ex-presidentes e agregados da “eterna fúria dos inimigos”, afinal, quem apanha nunca esquece).

Adorei o título do filme: “Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto” (Before the devil knows you’re dead – Estados Unidos, 2007). Gosto muito de títulos que provocam um impacto, como “Carrie, a Estranha”, “O Homem que Matou o Facínora”, “Garganta Profunda” (esqueçam que algum dia eu fiz alguma referência a este filme...), e “Um dia de cão”, por exemplo.”
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