Moralismo é demodé

Desde a liberação sexual dos anos 70, os franceses se tornaram os mais libertinos da Europa. A erótica história de Serge Gainsbourg, hoje nos cinemas, é um símbolo dessa sociedade que ainda acredita em Dominique Strauss-Kahn

Roberta Namour, Brasil 247

Assim como o típico francês, Serge Gainsbourg era franzino, viciado em café e vivia com uma cigarrilha pendurada nos lábios. Mas algo nele fazia as mulheres caírem aos seus pés. E não eram mulheres comuns. Eram verdadeiras deusas, símbolos sexuais da época, como a francesa Brigitte Bardot. Foi com ela que o cantor e compositor protagonizou cenas que escandalizaram o mundo. Essa história boêmia, erótica e provocadora virou filme. O « Gainsbourg – O Homem que Amava as Mulheres », do diretor Joann Sfar, estreou no Brasil na última semana.

O fruto do tórrido romance com a ousada Brigitte Bardot foi a famosa música “Je t'aime... moi non plus”. De conteúdo considerado erótico – a letra é um diálogo gemido entre dois amantes – ela foi condenada pelo Vaticano e proibida nos Estados Unidos, na Itália, na Espanha e no Reino Unido. Mas na França, se tornou o símbolo da liberação sexual dos anos 1970.”
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2 comentários:

D'alessy disse...

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