Civilização em impasse

Se a prática da atividade política, como de resto na maioria dos ramos da atividade humana, baseia-se na análise concreta da realidade concreta, também não é menos verdadeiro que essa mesma humanidade é movida por esperanças fundadas nas causas, projetos, programas, que são formulados pelas correntes de pensamentos em todos os tempos, seja no passado, presente ou no futuro.


Eduardo Bomfim, Vermelho

“O historiador Eric Hobsbawn, falecido dias atrás, afirmou em recente entrevista, com a clareza dialética e visão universal dos fenômenos sociais, que a globalização, desregulamentação radical dos mercados mundiais, o fundamentalismo econômico da nova ordem mundial desses últimos vinte anos, levaram as sociedades ao grave impasse que estamos vivenciando, tendo como responsáveis os mesmos autores das grandes tragédias do século 20.

A crise financeira que tem jogado ao pântano social os Países da União Europeia e os Estados Unidos da América mas que se espalhou por todos os continentes atingindo as nações emergentes inclusive os denominados BRICS, dos quais o Brasil faz parte, é o ponto de inflexão e de estrangulamento do liberalismo ortodoxo capitalista responsável pelos fundamentos globais da economia assim como pela cara dessa atual civilização.
Os beneficiários desse processo foram os EUA que se tornaram, em virtude de circunstâncias históricas determinadas, a maior potência político-militar-cultural-ideológica que a humanidade já conheceu.”
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